A inconstância da relatividade e do próprio eu, que hora esta aberto ao mundo e universo, hora esta em seu mundo e universo paralelo, nos colocam de frente com o debate que existe dentro de nós mesmos:
Aonde irmos?
O que fazermos?
Para onde olharmos?
As pessoas fazem por elas e por elas e por elas... Dizendo fazer pelos outros.
Como você faz por outro, se faz para o seu bom relacionamento?
Se é pro seu bom relacionamento, então é pra você, pois se não houvesse um interesse seu de estar ali, nunca teria feito, sendo assim, pode mesmo dizer que fez por outra pessoa?
Nenhum texto coeso ou conexo, mas um pensamento intimo a ser dividido, não pelos outros, pra eles saberem disso, mas por mim, pra extravassar o que esta intrínsico...
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Faxina na Alma - Drummond
Não importa onde você parou, em que momento da vida você cansou. Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo, é renovar as esperanças na vida e, o mais importante, acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado.
Chorou muito? Foi limpeza da alma.
Ficou comraiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.
Sentiu-se só por diversasvezes? É porque fechaste a porta até para os anjos.
Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora.
Pois é... agora é hora de reiniciar, de pensar na luz, de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Um corte de cabelo arrojado diferente, um novo curso, ou aquele velho desejo de aprender a pintar, desenhar, dominar o computador, ou qualquer outra coisa. Olha quanto desafio, quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando...
Ta se sentindo sozinho? Besteira, tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento".Tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para "chegar" perto de você. Quando nos trancamos na tristeza, nem nós mesmos nos suportamos, ficamos horríveis. O mau humor vai comendo nosso fígado, até a boca fica amarga.
Recomeçar...
Hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar? Alto? Sonhe alto! Queira o melhor do melhor.
Queira coisas boas para a vida. Pensando assim, trazemos prá nós aquilo que desejamos. Se pensamos pequeno, coisas pequenas teremos. Já se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida. E é hoje o dia da faxina mental.
Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado.
Chorou muito? Foi limpeza da alma.
Ficou comraiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.
Sentiu-se só por diversasvezes? É porque fechaste a porta até para os anjos.
Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora.
Pois é... agora é hora de reiniciar, de pensar na luz, de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Um corte de cabelo arrojado diferente, um novo curso, ou aquele velho desejo de aprender a pintar, desenhar, dominar o computador, ou qualquer outra coisa. Olha quanto desafio, quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando...
Ta se sentindo sozinho? Besteira, tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento".Tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para "chegar" perto de você. Quando nos trancamos na tristeza, nem nós mesmos nos suportamos, ficamos horríveis. O mau humor vai comendo nosso fígado, até a boca fica amarga.
Recomeçar...
Hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar? Alto? Sonhe alto! Queira o melhor do melhor.
Queira coisas boas para a vida. Pensando assim, trazemos prá nós aquilo que desejamos. Se pensamos pequeno, coisas pequenas teremos. Já se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida. E é hoje o dia da faxina mental.
Jogue fora tudo que te prende ao passado, ao mundinho de coisas tristes. Fotos, peças de roupa, papel de bala, ingressos de cinema, bilhetes de viagens e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados.
Jogue tudo fora, mas principalmente esvazie seu coração. Fique pronto para a vida, para um novo amor.
Lembre-se, somos apaixonáveis, somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes, afinal de contas, nós somos o "Amor".
Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.
Carlos Drummond de Andrade
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Na sala de entrevista
A sala cheia, o silêncio eminente, a única coisa que se escuta é a respiração e o barulho do grafite riscando o papel e tornando mera folha em vida e arte.
Todos tensos, cara fechada, apreensivos, menos eu. O doce barulho do grafite salva minha alma de todo esse estado de tensão, liberando adrenalina no papel e afastando toda forma de ânsia.
Rápido, rápido, risca, risca, escreve que a qualquer momento alguém entra chamando seu nome e te afasta do doce louvor que é o grafite cantando em sintonia com sua alma no timbre do papel.
Espera um momento, estão todos te olhando, pensam: "o que faz essa doente menina, que não para de escrever no papel?". Desinformados , olham com especulações e curiosidade, não sabem que não é apenas escrever no papel, é extravassar, é compor, é ser e estar...
Porque quando me torno texto, sou perfeita, sou poesia, sou eu... E nada mais prazeroso que ser e estar comigo, nada mais prazeroso que escrever.
Um barulho surge na porta, ergue a cabeça, é seu nome que chamam. Quarde o grafite, se afaste do papel e agora não mais com as mãos, mas com os labios, rompe o silêncio sordido da sala de entrevista e sorri, e transborda para o mundo a alma-texto, narrada e não escrita, vivendo intensamente o que logo se tornará poesia e canção.
Todos tensos, cara fechada, apreensivos, menos eu. O doce barulho do grafite salva minha alma de todo esse estado de tensão, liberando adrenalina no papel e afastando toda forma de ânsia.
Rápido, rápido, risca, risca, escreve que a qualquer momento alguém entra chamando seu nome e te afasta do doce louvor que é o grafite cantando em sintonia com sua alma no timbre do papel.
Espera um momento, estão todos te olhando, pensam: "o que faz essa doente menina, que não para de escrever no papel?". Desinformados , olham com especulações e curiosidade, não sabem que não é apenas escrever no papel, é extravassar, é compor, é ser e estar...
Porque quando me torno texto, sou perfeita, sou poesia, sou eu... E nada mais prazeroso que ser e estar comigo, nada mais prazeroso que escrever.
Um barulho surge na porta, ergue a cabeça, é seu nome que chamam. Quarde o grafite, se afaste do papel e agora não mais com as mãos, mas com os labios, rompe o silêncio sordido da sala de entrevista e sorri, e transborda para o mundo a alma-texto, narrada e não escrita, vivendo intensamente o que logo se tornará poesia e canção.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Pequeno Principe
Pequeno Principe
Que em minh'alma é mistério
Quando vejo você
Até me desespero
Doce segredo
Se revela em um beijo
Tão inusitado
Quanto imaginario
Brincadeira de criança
Prende em minha lembrança
Minha fantasia
Manifesta sua magia
Tento entender
CFico sem saber
Como pôde acontecer
Algo assim então nascer
Tão especial
Totalmente irracional
Sonho de criança
Atormenta minha lembrança
Pequeno principe, me entorpece
E aos poucos adormece
Vem me procurar
Em meus sonhos me encontrar
Noites sem luar
Vem me ressaltar
Como é bela minha criança
Singela esperança
Discrepância acentuada
Insegurança enfatizada
Sonhos de verão
Enlouquecem o coração
Ir sem se entregar
Voar sem se jogar
Respirar sem inalar
Pular e não saber nadar...
Muito divertido
Peito repartido
Confunde a razão
Pequeno principe adormecido em meu coração!
Que em minh'alma é mistério
Quando vejo você
Até me desespero
Doce segredo
Se revela em um beijo
Tão inusitado
Quanto imaginario
Brincadeira de criança
Prende em minha lembrança
Minha fantasia
Manifesta sua magia
Tento entender
CFico sem saber
Como pôde acontecer
Algo assim então nascer
Tão especial
Totalmente irracional
Sonho de criança
Atormenta minha lembrança
Pequeno principe, me entorpece
E aos poucos adormece
Vem me procurar
Em meus sonhos me encontrar
Noites sem luar
Vem me ressaltar
Como é bela minha criança
Singela esperança
Discrepância acentuada
Insegurança enfatizada
Sonhos de verão
Enlouquecem o coração
Ir sem se entregar
Voar sem se jogar
Respirar sem inalar
Pular e não saber nadar...
Muito divertido
Peito repartido
Confunde a razão
Pequeno principe adormecido em meu coração!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
o.0
Aos 14 anos escrevi com alma e sem lógica, como tudo que há em mim, mas a lógica logo me veio e a coesão ao que estava escrito também, deixando tudo conexo, menos o titulo....
Mil palavras reprimidas
E nenhuma eu recito
Em meu peito me machuca
Sentimentos Oprimidos
Tantos pensamentos
Tantos sentimentos
Que já não consigo
Administrar esse tormento
Canto, grito, falo, clamo
Enquanto em meu mundo vou delfinhando
Meu peito apertado me atormenta
Te chama, diz que te ama,
Minha mente racionando fica me alertando
Que não posso gostar tanto assim
Que nunca fará parte de mim
Sentimentos aos teus olhos futeis e bobos
Que me devoram feito lobo
Foge de mim a imortalidade
Foge tudo que me fazia sobreviver em meio a realidade
Esta me oprimindo
Me machucando
Estou ate me transformando
Em algo patetico e imbecil
Vos clamando na imensidão
Mas é tudo tão inutil, pois só uma coisa se escuta
A decepção!!
Mas quem se importa com a dor alheia
Se os proprios a semeia?
Pra mim canta, me encanta
Depois some, me consome
Como uma simples brincadeira
Como se tudo fosse besteira
Talvez pra você que não entende
Que acha que sou nada, me maltrata
E ainda se sente
Respiro fundo, guardo meus mais sordidos pensamentos
E mais uma vez, por amar, me encontro ao relento
Fecho os olhos, voô alto
Prometi, não vou descer do salto...
E aqui me encontro
Um poeta pobre
De rimas podres
E sentimentos de temores
Será essa minha sina?
E vejo ali escrito:
"Jaz aqui mais essa menina
Que acreditou no infinito
E morreu do modo mais bonito
Pobre, suja e feia
Mas com o amor correndo em suas veias"
E nenhuma eu recito
Em meu peito me machuca
Sentimentos Oprimidos
Tantos pensamentos
Tantos sentimentos
Que já não consigo
Administrar esse tormento
Canto, grito, falo, clamo
Enquanto em meu mundo vou delfinhando
Meu peito apertado me atormenta
Te chama, diz que te ama,
Minha mente racionando fica me alertando
Que não posso gostar tanto assim
Que nunca fará parte de mim
Sentimentos aos teus olhos futeis e bobos
Que me devoram feito lobo
Foge de mim a imortalidade
Foge tudo que me fazia sobreviver em meio a realidade
Esta me oprimindo
Me machucando
Estou ate me transformando
Em algo patetico e imbecil
Vos clamando na imensidão
Mas é tudo tão inutil, pois só uma coisa se escuta
A decepção!!
Mas quem se importa com a dor alheia
Se os proprios a semeia?
Pra mim canta, me encanta
Depois some, me consome
Como uma simples brincadeira
Como se tudo fosse besteira
Talvez pra você que não entende
Que acha que sou nada, me maltrata
E ainda se sente
Respiro fundo, guardo meus mais sordidos pensamentos
E mais uma vez, por amar, me encontro ao relento
Fecho os olhos, voô alto
Prometi, não vou descer do salto...
E aqui me encontro
Um poeta pobre
De rimas podres
E sentimentos de temores
Será essa minha sina?
E vejo ali escrito:
"Jaz aqui mais essa menina
Que acreditou no infinito
E morreu do modo mais bonito
Pobre, suja e feia
Mas com o amor correndo em suas veias"
quarta-feira, 7 de julho de 2010
...
Amor...
Palavra usada sem sentido, explicação ou coesão para explicar um carinho intenso. Amor é vida, amar é viver, porque assim como a palavra e o sentimento amor, vida não tem sentido, explicação ou coesão, apenas acontece, é sentida e manifestada.As pessoas têm medo do amor, do amar; as pessoas têm medo de viver. Às vezes sentir ira, odio, orgulho e soberba acomoda seu ego, te faz sentir forte, onipotente e te leva para o caminho contrario; destroi o que você sente de verdade, mas a falsa sensação de segurança, de invulnerabilidade se juntam com sua cobardia, alimentando seus medos e te afastando do que você mais quer, do amor, da vida, do amor à vida.
Fique calmo, alguém te ama, eu te amo, pois amo a vida e o que nela existe. Tenho superado meus medos e visto que amar não machuca, o que machuca nossa alma é o medo de amar e a ânsia incessável pelo retorno.
O amor não retorna, o amor propaga, expande, constrói, edifica; o amor acalanta, preenche e se faz vida. Hoje digo: estou completa, porque estou transbordando esse amor, essa vida, sem nada querer em troca a não ser amar.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Pedaço colorido de uma vida preto e branco
As coisas sempre muito bem definidas, planejadas, controladas, tudo preto no branco. Planejamento à curto, médio e longo prazo, com prespectivas e retornos, até jogarem um balde de tinta e deixar uma bagunça colorida.
Cores de sentimentos estranhos, alienados e contraditórios à tudo que estava definido e planejado, cores jogadas avassaladoramente em uma vida preto e branco.
O vermelho que acelera o coração, que impulsiona; o azul que traz calmaria e segurança; o roxo que faz sorrir com uma estabilidade inexistente; o amarelo ouro, bem claro, que ao mesmo tempo que faz sonhar, desespera por deixar enxergar o preto e o branco e o quanto aquela confusão de cores embaçam e pode te fazer perder o foco. Então você enxerga a cor marrom que tráz com ela todos os medos e o cinza que te confunde, em um universo de cores e sentimentos.
Aquelas malditas cores, totalmente opostas à tudo, era tudo que você não queria, que não precisava, mas é tudo que te faz repirar e sua cabeça girar nesse momento. Tudo que você não queria e o que mais deseja, um paradoxo, como tudo que há em você, como o pedaço colorido de uma vida preto e branco.
Cores de sentimentos estranhos, alienados e contraditórios à tudo que estava definido e planejado, cores jogadas avassaladoramente em uma vida preto e branco.
O vermelho que acelera o coração, que impulsiona; o azul que traz calmaria e segurança; o roxo que faz sorrir com uma estabilidade inexistente; o amarelo ouro, bem claro, que ao mesmo tempo que faz sonhar, desespera por deixar enxergar o preto e o branco e o quanto aquela confusão de cores embaçam e pode te fazer perder o foco. Então você enxerga a cor marrom que tráz com ela todos os medos e o cinza que te confunde, em um universo de cores e sentimentos.
Aquelas malditas cores, totalmente opostas à tudo, era tudo que você não queria, que não precisava, mas é tudo que te faz repirar e sua cabeça girar nesse momento. Tudo que você não queria e o que mais deseja, um paradoxo, como tudo que há em você, como o pedaço colorido de uma vida preto e branco.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
minha alma
Minha alma é texto e meu corpo... Papel.
Com esboços sujos, e traços tortos o grafite invade o tão sublime papel,
Anexando a ele textos, cores, alma.
Um simples objeto, ao ver dos leigos tão insignificante, é o encontro de corpo e alma, texto e papel, vida e poesia, que traz norteios, duvidas, sentimentos, incertezas, focos, eu, à vida.
Xiuuu, fale baixo, os Deuses podem ouvir...
Os Deuses sempre querem o que há de melhor e se ouvirem, podem pegar os textos sem aviso prévio
Eles sempre levam tudo, retiram os grafites das mãos, impedem os textos de encarnarem no papel, por isso corre!!!
Corre, risca, risca, risca, apaga, grita, chama, risca, corre, clama, ama, risca...
Que os textos que já estão no papel, dele não podem ser tirados, são perpétuos
Os Deus podem impedir novos textos, mas não podem apagar da memória os que já foram lidos, não podem retirar do papel os que já foram escritos, então, escreva, viva, sempre intensamente, sem parar pois sua essência, seu texto, sua alma, sempre estará lá.
Com esboços sujos, e traços tortos o grafite invade o tão sublime papel,
Anexando a ele textos, cores, alma.
Um simples objeto, ao ver dos leigos tão insignificante, é o encontro de corpo e alma, texto e papel, vida e poesia, que traz norteios, duvidas, sentimentos, incertezas, focos, eu, à vida.
Xiuuu, fale baixo, os Deuses podem ouvir...
Os Deuses sempre querem o que há de melhor e se ouvirem, podem pegar os textos sem aviso prévio
Eles sempre levam tudo, retiram os grafites das mãos, impedem os textos de encarnarem no papel, por isso corre!!!
Corre, risca, risca, risca, apaga, grita, chama, risca, corre, clama, ama, risca...
Que os textos que já estão no papel, dele não podem ser tirados, são perpétuos
Os Deus podem impedir novos textos, mas não podem apagar da memória os que já foram lidos, não podem retirar do papel os que já foram escritos, então, escreva, viva, sempre intensamente, sem parar pois sua essência, seu texto, sua alma, sempre estará lá.
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