Aos 14 anos escrevi com alma e sem lógica, como tudo que há em mim, mas a lógica logo me veio e a coesão ao que estava escrito também, deixando tudo conexo, menos o titulo....
Mil palavras reprimidas
E nenhuma eu recito
Em meu peito me machuca
Sentimentos Oprimidos
Tantos pensamentos
Tantos sentimentos
Que já não consigo
Administrar esse tormento
Canto, grito, falo, clamo
Enquanto em meu mundo vou delfinhando
Meu peito apertado me atormenta
Te chama, diz que te ama,
Minha mente racionando fica me alertando
Que não posso gostar tanto assim
Que nunca fará parte de mim
Sentimentos aos teus olhos futeis e bobos
Que me devoram feito lobo
Foge de mim a imortalidade
Foge tudo que me fazia sobreviver em meio a realidade
Esta me oprimindo
Me machucando
Estou ate me transformando
Em algo patetico e imbecil
Vos clamando na imensidão
Mas é tudo tão inutil, pois só uma coisa se escuta
A decepção!!
Mas quem se importa com a dor alheia
Se os proprios a semeia?
Pra mim canta, me encanta
Depois some, me consome
Como uma simples brincadeira
Como se tudo fosse besteira
Talvez pra você que não entende
Que acha que sou nada, me maltrata
E ainda se sente
Respiro fundo, guardo meus mais sordidos pensamentos
E mais uma vez, por amar, me encontro ao relento
Fecho os olhos, voô alto
Prometi, não vou descer do salto...
E aqui me encontro
Um poeta pobre
De rimas podres
E sentimentos de temores
Será essa minha sina?
E vejo ali escrito:
"Jaz aqui mais essa menina
Que acreditou no infinito
E morreu do modo mais bonito
Pobre, suja e feia
Mas com o amor correndo em suas veias"
E nenhuma eu recito
Em meu peito me machuca
Sentimentos Oprimidos
Tantos pensamentos
Tantos sentimentos
Que já não consigo
Administrar esse tormento
Canto, grito, falo, clamo
Enquanto em meu mundo vou delfinhando
Meu peito apertado me atormenta
Te chama, diz que te ama,
Minha mente racionando fica me alertando
Que não posso gostar tanto assim
Que nunca fará parte de mim
Sentimentos aos teus olhos futeis e bobos
Que me devoram feito lobo
Foge de mim a imortalidade
Foge tudo que me fazia sobreviver em meio a realidade
Esta me oprimindo
Me machucando
Estou ate me transformando
Em algo patetico e imbecil
Vos clamando na imensidão
Mas é tudo tão inutil, pois só uma coisa se escuta
A decepção!!
Mas quem se importa com a dor alheia
Se os proprios a semeia?
Pra mim canta, me encanta
Depois some, me consome
Como uma simples brincadeira
Como se tudo fosse besteira
Talvez pra você que não entende
Que acha que sou nada, me maltrata
E ainda se sente
Respiro fundo, guardo meus mais sordidos pensamentos
E mais uma vez, por amar, me encontro ao relento
Fecho os olhos, voô alto
Prometi, não vou descer do salto...
E aqui me encontro
Um poeta pobre
De rimas podres
E sentimentos de temores
Será essa minha sina?
E vejo ali escrito:
"Jaz aqui mais essa menina
Que acreditou no infinito
E morreu do modo mais bonito
Pobre, suja e feia
Mas com o amor correndo em suas veias"
loL..com 14 ja escreveu isso..hehe..magina q nao escreve agora...hehe..muito bom Bruh..:D
ResponderExcluircostumava dizer um pegrino, que os poemas nao sao os autores que os escrevem, e sim apenas os que transcrevem, a quem é dado o dom do sentimento, sao a eles que detem talvez o tormento, de a cada dia, e a cada instante, receber o errante...
ResponderExcluirque se este nao for transcrito, logo se vai ao infinito...
Pocha sem palavras ...
ResponderExcluirÓtimo o blog brubinha !!